5º leilão do Eco Invest atrai quase R$ 50 bi para investimentos verdes
Por Redacao | 08/10/2026 00:10 | 4 min de leitura
O quinto Leilão do Eco Invest Brasil teve R$ 49, 95 bilhões em propostas homologadas para investimentos verdes, destinados a seis cadeias produtivas ligadas à inovação e à transformação ecológica. A rodada recebeu uma demanda total de R$ 181, 3 bilhões, apresentada por seis instituições financeiras.
O resultado foi homologado nesta quarta-feira (7) pelo Comitê Executivo do Eco Invest Brasil, formado por representantes dos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Notícias relacionadas: Projeto mapeia caminhos para economia verde no Nordeste.
Fazenda autoriza crédito de US$ 1 bilhão do BID para Eco Invest Brasil. Os recursos serão direcionados a fundos de inovação, crédito corporativo e projetos de pesquisa aplicada e empreendedorismo de base tecnológica.
Números do leilão R$ 49, 95 bilhões: potencial de investimentos homologados; R$ 181, 3 bilhões: demanda apresentada pelos bancos; Seis cadeias produtivas contempladas; Seis instituições financeiras participantes; R$ 13, 2 bilhões: capital público catalítico (dinheiro que mobiliza outros projetos); R$ 250 milhões: mínimo previsto em doações no primeiro ano 3, 8 vezes: cada R$ 1 em aporte do Tesouro gera R$ 3, 8 em recursos privados. Selecionados Participaram da disputa Banco do Brasil, Bradesco, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.
Ao final, quatro instituições foram selecionadas para estruturar os fundos e operações: Bradesco: circularidade de resíduos minerais, fertilizantes verdes e química verde, com R$ 28, 5 bilhões em potencial de investimentos; Itaú: automação e inteligência artificial, com R$ 9, 75 bilhões; Santander: minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica, com R$ 6, 5 bilhões; HSBC: combustíveis verdes avançados, biogás e biometano, com R$ 5, 2 bilhões. O modelo prevê que cada instituição financeira atue em uma ou mais cadeias estratégicas, de acordo com sua capacidade de mobilizar capital privado.
A cadeia de circularidade de resíduos minerais e industriais concentrou o maior potencial de investimentos, com R$ 11 bilhões. Na sequência, aparecem: Fertilizantes verdes, bioinsumos e proteínas alternativas: R$ 9 bilhões; Biomateriais e química verde: R$ 8, 5 bilhões; Automação e inteligência artificial: R$ 9, 75 bilhões; Minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica: R$ 6, 5 bilhões; Combustíveis verdes avançados, biogás e biometano: R$ 5, 2 bilhões.
Entre as atividades indicadas pelos bancos, a reciclagem e valorização de resíduos concentram R$ 8, 8 bilhões, enquanto automação, robótica e manufatura inteligente reúnem cerca de R$ 8, 11 bilhões. Biofertilizantes, bioinsumos e biodefensivos representam R$ 7, 2 bilhões.
Já baterias e sistemas de armazenamento de energia somam R$ 4, 55 bilhões. Capital público Do capital público catalítico destinado à rodada, R$ 9 bilhões serão direcionados aos fundos de inovação e R$ 4, 2 bilhões ao crédito corporativo.
O mecanismo utiliza recursos públicos para reduzir riscos e estimular a entrada de capital privado. A chamada estrutura de blended finance busca ampliar o volume de recursos disponíveis sem transformar o dinheiro público em fonte prioritária de rentabilidade para as instituições financeiras.
A alavancagem global do leilão ficou em aproximadamente 3, 8 vezes. Na prática, cada R$ 1 de recursos públicos catalíticos deverá ajudar a mobilizar quase R$ 4 em capital público e privado.
Além dos fundos e das linhas de crédito, os bancos selecionados terão de destinar recursos não reembolsáveis à pesquisa aplicada e ao empreendedorismo de base tecnológica. A previsão é de pelo menos R$ 250 milhões em doações no primeiro ano para universidades e instituições científicas, tecnológicas e de inovação.
A intenção é aproximar empresas, instituições de pesquisa, startups e investidores, facilitando a passagem de novas tecnologias do desenvolvimento para a produção em escala. Os critérios do leilão também deram peso maior a propostas com participação de capital estrangeiro e a projetos desenvolvidos em parceria com universidades e instituições de pesquisa ou voltados à aquisição e internalização de tecnologias estrangeiras.
Evolução do programa Criado no âmbito do Plano de Transformação Ecológica, o Eco Invest Brasil busca atrair investimentos privados, inclusive estrangeiros, para projetos relacionados à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável. Nos quatro primeiros leilões, o programa havia mobilizado mais de R$ 140 bilhões.
Com os R$ 49, 95 bilhões homologados na quinta rodada, o volume acumulado se aproxima de R$ 200 bilhões. O governo considera o programa uma das principais plataformas de financiamento climático e desenvolvimento sustentável do país, ao combinar recursos públicos, mecanismos de redução de riscos e investimentos privados de longo prazo.
O resultado foi homologado nesta quarta-feira (7) pelo Comitê Executivo do Eco Invest Brasil, formado por representantes dos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Notícias relacionadas: Projeto mapeia caminhos para economia verde no Nordeste.
Fazenda autoriza crédito de US$ 1 bilhão do BID para Eco Invest Brasil. Os recursos serão direcionados a fundos de inovação, crédito corporativo e projetos de pesquisa aplicada e empreendedorismo de base tecnológica.
Números do leilão R$ 49, 95 bilhões: potencial de investimentos homologados; R$ 181, 3 bilhões: demanda apresentada pelos bancos; Seis cadeias produtivas contempladas; Seis instituições financeiras participantes; R$ 13, 2 bilhões: capital público catalítico (dinheiro que mobiliza outros projetos); R$ 250 milhões: mínimo previsto em doações no primeiro ano 3, 8 vezes: cada R$ 1 em aporte do Tesouro gera R$ 3, 8 em recursos privados. Selecionados Participaram da disputa Banco do Brasil, Bradesco, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.
Ao final, quatro instituições foram selecionadas para estruturar os fundos e operações: Bradesco: circularidade de resíduos minerais, fertilizantes verdes e química verde, com R$ 28, 5 bilhões em potencial de investimentos; Itaú: automação e inteligência artificial, com R$ 9, 75 bilhões; Santander: minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica, com R$ 6, 5 bilhões; HSBC: combustíveis verdes avançados, biogás e biometano, com R$ 5, 2 bilhões. O modelo prevê que cada instituição financeira atue em uma ou mais cadeias estratégicas, de acordo com sua capacidade de mobilizar capital privado.
A cadeia de circularidade de resíduos minerais e industriais concentrou o maior potencial de investimentos, com R$ 11 bilhões. Na sequência, aparecem: Fertilizantes verdes, bioinsumos e proteínas alternativas: R$ 9 bilhões; Biomateriais e química verde: R$ 8, 5 bilhões; Automação e inteligência artificial: R$ 9, 75 bilhões; Minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica: R$ 6, 5 bilhões; Combustíveis verdes avançados, biogás e biometano: R$ 5, 2 bilhões.
Entre as atividades indicadas pelos bancos, a reciclagem e valorização de resíduos concentram R$ 8, 8 bilhões, enquanto automação, robótica e manufatura inteligente reúnem cerca de R$ 8, 11 bilhões. Biofertilizantes, bioinsumos e biodefensivos representam R$ 7, 2 bilhões.
Já baterias e sistemas de armazenamento de energia somam R$ 4, 55 bilhões. Capital público Do capital público catalítico destinado à rodada, R$ 9 bilhões serão direcionados aos fundos de inovação e R$ 4, 2 bilhões ao crédito corporativo.
O mecanismo utiliza recursos públicos para reduzir riscos e estimular a entrada de capital privado. A chamada estrutura de blended finance busca ampliar o volume de recursos disponíveis sem transformar o dinheiro público em fonte prioritária de rentabilidade para as instituições financeiras.
A alavancagem global do leilão ficou em aproximadamente 3, 8 vezes. Na prática, cada R$ 1 de recursos públicos catalíticos deverá ajudar a mobilizar quase R$ 4 em capital público e privado.
Além dos fundos e das linhas de crédito, os bancos selecionados terão de destinar recursos não reembolsáveis à pesquisa aplicada e ao empreendedorismo de base tecnológica. A previsão é de pelo menos R$ 250 milhões em doações no primeiro ano para universidades e instituições científicas, tecnológicas e de inovação.
A intenção é aproximar empresas, instituições de pesquisa, startups e investidores, facilitando a passagem de novas tecnologias do desenvolvimento para a produção em escala. Os critérios do leilão também deram peso maior a propostas com participação de capital estrangeiro e a projetos desenvolvidos em parceria com universidades e instituições de pesquisa ou voltados à aquisição e internalização de tecnologias estrangeiras.
Evolução do programa Criado no âmbito do Plano de Transformação Ecológica, o Eco Invest Brasil busca atrair investimentos privados, inclusive estrangeiros, para projetos relacionados à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável. Nos quatro primeiros leilões, o programa havia mobilizado mais de R$ 140 bilhões.
Com os R$ 49, 95 bilhões homologados na quinta rodada, o volume acumulado se aproxima de R$ 200 bilhões. O governo considera o programa uma das principais plataformas de financiamento climático e desenvolvimento sustentável do país, ao combinar recursos públicos, mecanismos de redução de riscos e investimentos privados de longo prazo.
Fonte: Agencia Brasil - Meio Ambiente link original