Anvisa aprova medicamento para tratar esquistossomose em crianças
Por Redacao | 01/10/2026 08:10 | 1 min de leitura
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (30) o registro do medicamento Farmanguinhos Arpraziquantel, indicado para o tratamento da esquistossomose causada pelo parasita Schistosoma mansoni ou Schistosoma haematobium em crianças de 3 meses a 6 anos. A resolução foi públicada no Diário Oficial da União.
Em nota, a Anvisa destacou que a doença é considerada problema de saúde pública em regiões tropicais e subtropicais da África, da Ásia, do Caribe e da América do Sul. Notícias relacionadas: Anvisa vai abrir consultas públicas sobre imagens de alerta em cigarro.
Anvisa alerta risco de deficiência de B6 com uso de carbidopa/levodopa. “É uma doença tropical negligenciada, um grupo diversificado de condições que afeta predominantemente populações de baixa renda em todo o mundo e pode evoluir de formas assintomáticas a quadros clínicos extremamente graves.
” De acordo com a agência, quando ingerido, o arpraziquantel é absorvido pelos vermes nos vasos sanguíneos do paciente e causa espasmos musculares e paralisia nos parasitas, o que interrompe sua fixação aos vasos sanguíneos. “O medicamento também danifica o tegumento, uma barreira que protege o parasita do sistema imunológico.
Com isso, o corpo consegue destruir os vermes. ”
Em nota, a Anvisa destacou que a doença é considerada problema de saúde pública em regiões tropicais e subtropicais da África, da Ásia, do Caribe e da América do Sul. Notícias relacionadas: Anvisa vai abrir consultas públicas sobre imagens de alerta em cigarro.
Anvisa alerta risco de deficiência de B6 com uso de carbidopa/levodopa. “É uma doença tropical negligenciada, um grupo diversificado de condições que afeta predominantemente populações de baixa renda em todo o mundo e pode evoluir de formas assintomáticas a quadros clínicos extremamente graves.
” De acordo com a agência, quando ingerido, o arpraziquantel é absorvido pelos vermes nos vasos sanguíneos do paciente e causa espasmos musculares e paralisia nos parasitas, o que interrompe sua fixação aos vasos sanguíneos. “O medicamento também danifica o tegumento, uma barreira que protege o parasita do sistema imunológico.
Com isso, o corpo consegue destruir os vermes. ”
Fonte: Agencia Brasil - Saude link original