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Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global

Por Redacao | 02/10/2026 04:30 | 3 min de leitura

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Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global
O dólar subiu quase 1% em comparação com o real nesta quinta-feira (1º). A moeda dos Estados Unidos ganhou força no exterior em meio à aversão ao risco provocada pelas tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo.

Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela de investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições. Principais números Dólar à vista: R$ 5, 224 (+0, 97%); Ibovespa: 187.

197, 46 pontos (+0, 46%); Petróleo tipo Brent: US$ 102, 31 (+4, 37%); Petróleo tipo WTI: US$ 92, 87 (+2, 71%). Dólar em alta Notícias relacionadas: Dólar cai para R$ 5, 17 e acumula recuo de 0, 15% em setembro.

Mercado eleva projeção de inflação para 4, 99% e reduz PIB. Taxa de desemprego cai para 5, 3%, a menor para o trimestre até agosto.

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0, 97%, a R$ 5, 224. A cotação chegou a R$ 5, 169 na mínima, às 9h40, e atingiu R$ 5, 240 na máxima, pouco antes das 14h.

No ano, a divisa acumula queda de 4, 83%. O movimento acompanhou a valorização da moeda americana no exterior.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0, 58%, aos 102, 040 pontos, após atingir máxima de 102, 207. O ambiente internacional foi marcado pela preocupação com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio.

O avanço do petróleo também reforçou as preocupações com a inflação e ajudou a sustentar a busca por ativos considerados mais defensivos. Bolsa avança O Ibovespa fechou o primeiro pregão de outubro em alta de 0, 46%, aos 187.

197, 46 pontos. A valorização foi sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, que foram beneficiadas pela forte alta do petróleo.

O movimento ocorreu mesmo com a cautela dos investidores diante do ambiente externo e da proximidade do primeiro turno das eleições. O índice encerrou setembro com alta de 5% e acumula valorização de 16, 2% no ano.

O volume financeiro desta quinta-feira foi de R$ 26 bilhões. Nos Estados Unidos, o S&P 500, das 500 maiores empresas, fechou em alta de 0, 19%.

Os mercados também acompanharam o comportamento dos títulos do Tesouro estadunidense e os efeitos da valorização do petróleo sobre as expectativas para a inflação e os juros. Petróleo acelera O petróleo fechou em forte alta nesta quinta-feira.

O movimento foi influenciado pelas tensões no Oriente Médio e pelas preocupações com a oferta de combustíveis. Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent subiu 4, 37% e fechou a US$ 102, 31.

O petróleo WTI, do Texas, avançou 2, 71%, encerrando a sessão a US$ 92, 87 por barril. A alta ganhou força durante a tarde, diante de informações sobre o deslocamento de forças militares dos Estados Unidos para o Oriente Médio e de novas incertezas sobre o conflito com o Irã.

O mercado também acompanhou a possibilidade de liberação de estoques de diesel pela União Europeia, em meio às preocupações com a oferta global. A China suspendeu exportações de derivados de petróleo para destinos fora de Hong Kong e Macau até nova orientação.

*Com informações da Reuters.

Fonte: Agencia Brasil - Economia link original

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