Manaus atinge níveis graves de poluição do ar por fumaça de queimadas
Por Redacao | 10/10/2026 04:00 | 3 min de leitura
A qualidade do ar em Manaus chegou a níveis graves para a população e fez a Defesa Civil disparar alertas de risco à saúde nesta sexta-feira (9). Segundo a prefeitura, a fumaça intensa que atinge a capital nos últimos dias tem origem nas queimadas registradas em municípios do interior do Amazonas.
No início da manhã, o ar atingiu 196, 4 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de material particulado fino (MP2, 5), uma substância tóxica para o ser humano. Notícias relacionadas: Calor e chuvas levam Defesa Civil a emitir 34 alertas em São Paulo.
Pesquisa mostra preocupação com clima, mas tema fica em segundo plano. Níveis acima de 160 µg/m³ já são considerados “péssimos” na classificação de qualidade do ar.
Na medição das 22h de quinta-feira (8), foi registrado um pico de 200, 0μg/m³. Os números foram divulgados pela Defesa Civil de Manaus, que utiliza o registros da PurpleAir, uma empresa internacional que monitora a qualidade do ar em tempo real por meio de uma rede de sensores pelo mundo.
Na capital do Amazonas são 10 sensores. O alerta orienta cuidados maiores para aqueles que pertencem aos grupos de risco, como idosos, gestantes, crianças e pessoas com doenças respiratórias.
A recomendação é aumentar a hidratação, usar máscaras PFF2, evitar exercícios físicos e acompanhar as atualizações. Entre os efeitos da poluição para a saúde estão tosse e falta de ar, irritação nos olhos e risco respiratório.
A Prefeitura disse, em nota, que está intensificando as ações de fiscalização, prevenção e combate às queimadas urbanas, além de monitorar a qualidade do ar e dar assistência à população. Suspensão de aulas Aulas da rede municipal de ensino foram suspensas nesta sexta-feira, assim como atividades presenciais nas sedes administrativas do Executivo Municipal.
Serviços considerados essenciais foram mantidos, com o das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) também suspendeu as atividades presenciais acadêmicas e administrativas em todos os turnos.
A recomendação é realizar as atividades de forma remota. A medida é justificada para “resguardar a saúde da comunidade acadêmica diante do cenário de poluição atmosférica severa”.
A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Instituto Federal do Amazonas (IFAM) seguiram o mesmo caminho e suspenderam aulas e demais atividades acadêmicas nas unidades da instituição na capital. As atividades administrativas foram realizadas remotamente.
Problema recorrente Monitoramento feito por pesquisadores da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) indica que a qualidade do ar vem atingindo níveis extremos de poluição no estado nos últimos dias. Os dados são disponibilizados na plataforma Selva (Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental).
Desde quarta-feira (7), o ar tem atingido, com frequência diária, concentrações acima de 100 (µg/m³) de material particulado fino. O pico até agora foi registrado às 2h da madrugada desta sexta: 344, 5 µg/m³.
Na escala oficial do Índice de Qualidade do Ar (IQAr), usada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), a poluição por material particulado fino é dividida em cinco níveis principais: Entre 0 e 15 µg/m³: boa Entre 15 e 50µg/m³: moderada Entre 50 e 75µg/m³: ruim Entre 75 e 125µg/m³: muito ruim Entre 125 e 300µg/m³: péssima
No início da manhã, o ar atingiu 196, 4 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de material particulado fino (MP2, 5), uma substância tóxica para o ser humano. Notícias relacionadas: Calor e chuvas levam Defesa Civil a emitir 34 alertas em São Paulo.
Pesquisa mostra preocupação com clima, mas tema fica em segundo plano. Níveis acima de 160 µg/m³ já são considerados “péssimos” na classificação de qualidade do ar.
Na medição das 22h de quinta-feira (8), foi registrado um pico de 200, 0μg/m³. Os números foram divulgados pela Defesa Civil de Manaus, que utiliza o registros da PurpleAir, uma empresa internacional que monitora a qualidade do ar em tempo real por meio de uma rede de sensores pelo mundo.
Na capital do Amazonas são 10 sensores. O alerta orienta cuidados maiores para aqueles que pertencem aos grupos de risco, como idosos, gestantes, crianças e pessoas com doenças respiratórias.
A recomendação é aumentar a hidratação, usar máscaras PFF2, evitar exercícios físicos e acompanhar as atualizações. Entre os efeitos da poluição para a saúde estão tosse e falta de ar, irritação nos olhos e risco respiratório.
A Prefeitura disse, em nota, que está intensificando as ações de fiscalização, prevenção e combate às queimadas urbanas, além de monitorar a qualidade do ar e dar assistência à população. Suspensão de aulas Aulas da rede municipal de ensino foram suspensas nesta sexta-feira, assim como atividades presenciais nas sedes administrativas do Executivo Municipal.
Serviços considerados essenciais foram mantidos, com o das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) também suspendeu as atividades presenciais acadêmicas e administrativas em todos os turnos.
A recomendação é realizar as atividades de forma remota. A medida é justificada para “resguardar a saúde da comunidade acadêmica diante do cenário de poluição atmosférica severa”.
A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Instituto Federal do Amazonas (IFAM) seguiram o mesmo caminho e suspenderam aulas e demais atividades acadêmicas nas unidades da instituição na capital. As atividades administrativas foram realizadas remotamente.
Problema recorrente Monitoramento feito por pesquisadores da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) indica que a qualidade do ar vem atingindo níveis extremos de poluição no estado nos últimos dias. Os dados são disponibilizados na plataforma Selva (Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental).
Desde quarta-feira (7), o ar tem atingido, com frequência diária, concentrações acima de 100 (µg/m³) de material particulado fino. O pico até agora foi registrado às 2h da madrugada desta sexta: 344, 5 µg/m³.
Na escala oficial do Índice de Qualidade do Ar (IQAr), usada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), a poluição por material particulado fino é dividida em cinco níveis principais: Entre 0 e 15 µg/m³: boa Entre 15 e 50µg/m³: moderada Entre 50 e 75µg/m³: ruim Entre 75 e 125µg/m³: muito ruim Entre 125 e 300µg/m³: péssima
Fonte: Agencia Brasil - Meio Ambiente link original