Saúde fará busca ativa de apóstadores após fim das bets
Por Redacao | 26/09/2026 05:10 | 2 min de leitura
Com a proibição das apóstas on-line, anunciada nesta sexta-feira (25) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo, o Ministério da Saúde aumentará os esforços para contatar apóstadores contumazes, oferecendo acompanhamento e tratamento nos casos necessários. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, as políticas de busca ativa por pessoas com comportamento de jogo problemático já ocorrem desde dezembro de 2025, a partir de dados compartilhados pelos ministérios da Fazenda e Segurança e pela Receita Federal.
“O Ministério da Saúde é dono do ambiente onde circulam estes dados, o Nuvem Brasil, que é absolutamente protegido e opera seguindo todas as regras da LGPD e todas as regras da ética na saúde que os profissionais têm que seguir”, declarou o ministro em coletiva após o evento de anúncios na capital paulista. Ainda não há detalhes sobre o fluxo de atendimentos ou a previsão de quando serão realizados.
Na coletiva, o ministro destacou o uso da rede do programa Meu SUS Digital e de teleatendimentos para oferecer atendimento em saúde mental a pessoas que tiverem dificuldades com a mudança nas regras das apóstas, além de familiares de apóstadores. Os impactos das apóstas na saúde pública e economia também foram destacados pelo ministro durante sua fala.
Padilha citou o estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) que estima que o custo social associado às apóstas é estimado em R$ 38, 8 bilhões por ano, dos quais R$ 17 bilhões correspondem a custos relacionados a mortes adicionais por suicídios.
“O Ministério da Saúde é dono do ambiente onde circulam estes dados, o Nuvem Brasil, que é absolutamente protegido e opera seguindo todas as regras da LGPD e todas as regras da ética na saúde que os profissionais têm que seguir”, declarou o ministro em coletiva após o evento de anúncios na capital paulista. Ainda não há detalhes sobre o fluxo de atendimentos ou a previsão de quando serão realizados.
Na coletiva, o ministro destacou o uso da rede do programa Meu SUS Digital e de teleatendimentos para oferecer atendimento em saúde mental a pessoas que tiverem dificuldades com a mudança nas regras das apóstas, além de familiares de apóstadores. Os impactos das apóstas na saúde pública e economia também foram destacados pelo ministro durante sua fala.
Padilha citou o estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) que estima que o custo social associado às apóstas é estimado em R$ 38, 8 bilhões por ano, dos quais R$ 17 bilhões correspondem a custos relacionados a mortes adicionais por suicídios.
Fonte: Agencia Brasil - Ultimas Noticias link original