Cesta básica ficou mais barata em 25 capitais em agosto
Por Redacao | 21/09/2026 08:22 | 3 min de leitura
Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Levantamento é divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A cesta só ficou mais cara em duas capitais: Maceió, onde o custo médio da cesta subiu 1, 43%, e em São Luís, com aumento médio de 0, 78%. Notícias relacionadas: Setor de serviços fica estável em julho e sobe 2, 4% em 12 meses.
Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês. Combustíveis e agricultura familiar recebem quase R$ 7 bi em créditos.
De acordo com a pesquisa, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4, 68%), Manaus (-4, 55%), Boa Vista (-4, 47%), Aracaju (-3, 89%), Cuiabá (-3, 37%) e Salvador (-3, 30%). No entanto, quando se faz a comparação anual com o mesmo mês do ano passado, o custo da cesta básica aumentou em 25 capitais brasileiras e diminuiu apenas em Brasília (-0, 64%) e Palmas (-0, 27%), com as altas mais expressivas observadas em Goiânia (7, 51%), Cuiabá (6, 42%) e Vitória (6, 26%).
Um dos principais produtos responsáveis pela queda no custo da cesta no mês passado foi a batata, que caiu em todas as cidades do centro-sul do país. Também houve queda no preço médio do quilo do café em pó, que caiu em 23 capitais brasileiras.
O tomate e o feijão foram outros componentes da cesta que apresentaram queda de preços em agosto. Por outro lado, o pão francês, o óleo de soja, o leite integral e o arroz agulhinha apresentaram aumento de preços na maior parte das capitais analisadas no mês de agosto.
Cesta mais cara do país Em agosto, a capital paulista continuou a apresentar a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900, 59, seguida por Cuiabá (R$ 851, 57), Rio de Janeiro (R$ 851, 19) e Florianópolis (R$ 850, 90). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente.
Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570, 98), Natal (R$ 627, 42), Maceió (R$ 627, 45) e Salvador (R$ 628, 89). Dieese estimou que o salário-mínimo em junho deveria ser de R$ R$ 7.
565, 86 ou 4, 67 vezes superior ao valor do salário-mínimo atual, estabelecido em R$ 1. 621, 00.
Previsão teve como base a cesta mais cara do país, que em agosto foi a de São Paulo. Também foi levada em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
A cesta só ficou mais cara em duas capitais: Maceió, onde o custo médio da cesta subiu 1, 43%, e em São Luís, com aumento médio de 0, 78%. Notícias relacionadas: Setor de serviços fica estável em julho e sobe 2, 4% em 12 meses.
Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês. Combustíveis e agricultura familiar recebem quase R$ 7 bi em créditos.
De acordo com a pesquisa, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4, 68%), Manaus (-4, 55%), Boa Vista (-4, 47%), Aracaju (-3, 89%), Cuiabá (-3, 37%) e Salvador (-3, 30%). No entanto, quando se faz a comparação anual com o mesmo mês do ano passado, o custo da cesta básica aumentou em 25 capitais brasileiras e diminuiu apenas em Brasília (-0, 64%) e Palmas (-0, 27%), com as altas mais expressivas observadas em Goiânia (7, 51%), Cuiabá (6, 42%) e Vitória (6, 26%).
Um dos principais produtos responsáveis pela queda no custo da cesta no mês passado foi a batata, que caiu em todas as cidades do centro-sul do país. Também houve queda no preço médio do quilo do café em pó, que caiu em 23 capitais brasileiras.
O tomate e o feijão foram outros componentes da cesta que apresentaram queda de preços em agosto. Por outro lado, o pão francês, o óleo de soja, o leite integral e o arroz agulhinha apresentaram aumento de preços na maior parte das capitais analisadas no mês de agosto.
Cesta mais cara do país Em agosto, a capital paulista continuou a apresentar a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900, 59, seguida por Cuiabá (R$ 851, 57), Rio de Janeiro (R$ 851, 19) e Florianópolis (R$ 850, 90). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente.
Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570, 98), Natal (R$ 627, 42), Maceió (R$ 627, 45) e Salvador (R$ 628, 89). Dieese estimou que o salário-mínimo em junho deveria ser de R$ R$ 7.
565, 86 ou 4, 67 vezes superior ao valor do salário-mínimo atual, estabelecido em R$ 1. 621, 00.
Previsão teve como base a cesta mais cara do país, que em agosto foi a de São Paulo. Também foi levada em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
Fonte: Agencia Brasil - Economia link original